Dia 31 – Deuteronômio 13 – 19 . Os deveres de um rei, O grande profeta que se levantaria.
27
de Janeiro de 2019
Nesses
dias a leitura tem se tornado bem pacata, não que não hajam
pormenores dignos de nota, mas acredito que a maior parte dessa
leitura seja a repetição de diversos preceitos que Moisés já
havia passado ao povo. Provavelmente, Moisés sabendo que iria morrer
em breve, preocupava-se com o futuro do povo e antevendo uma possível
apostasia, tentava dar os conselhos finais e relembrar aquela
congregação de quem de fato era o seu Deus.
Gostaria
de marcar dois pontos para observarmos hoje, o primeiro deles lemos
em Deuteronômio capítulo 17, do verso 14 até o final do capítulo,
trata dos deveres de um Rei.
Deus
sabia que o povo pediria um rei no futuro, por isso já deixou
preconizado como ele deveria se portar. É interessante ler que o rei
não deveria ajuntar muito ouro ou muitos cavalos, ou seja, não
deveria se preocupar em ter um grande potencial econômico e nem
militar, isso para que sempre lembrasse de depender de Deus. O rei
também não poderia ter muitas mulheres (Já ouviram falar de
Salomão?) pois elas poderia o fazer desviar de seguir ao Senhor.
Por fim, o rei deveria fazer uma cópia da Lei do Senhor, o próprio
rei deveria copiar a Lei do Senhor e estudá-la todos os dias (Dt
17.19) para que aprendesse como se portar e como agradar a Deus.
Fico
feliz por saber que me enquadro nas recomendações para rei em
Israel! Não ajunto ouro nem cavalos, muito menos mulheres, e tenho
estudado a Bíblia. Brincadeiras a parte, é importante que atentemos
para esses detalhes a fim de contrastá-los com o comportamento dos
futuros reis que hão de se levantar em dias de leitura futuros.
Por
fim, ressalto a profecia do levante de um grande profeta (Dt 18.15).
Moisés afirma que Deus disse que levantaria um profeta semelhante a
ele e que todo o povo deveria o ouvir, quem do povo não o ouvisse
teria que prestar contas a Deus. Esse profeta seria o próprio
Cristo, no futuro veremos essa explicação de forma mais clara, mas
por hora é bom sabermos que o plano para a vinda do Messias
continuava em andamento; o nascimento de Jesus não foi um mero
acaso, ele estava nos planos divino desde o inicio dos tempos, e
porquê não dizer, antes do início dos tempos.
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